
O concelho de Montemor-o-Velho é um mosaico perfeito. Embora a silhueta do Castelo sirva de farol a todo o território, a verdadeira força económica e cultural do município divide-se pelas suas 11 freguesias e uniões de freguesias. Cada terra tem a sua especialidade, desde a doçaria milionária até à agricultura de escala industrial.
Neste guia, abrimos as portas a cada uma das localidades que fazem deste concelho um dos mais ricos e diversificados da região Centro:
Tentúgal: O império doce. Terra das monjas carmelitas e da massa fina que deu origem ao famoso Pastel de Tentúgal, atraindo milhares de turistas à N111.
Pereira: O motor logístico e gastronómico impulsionado pela Linha do Norte, famoso pelos fornos que cozem as inigualáveis Queijadas de Pereira.
Santo Varão: O elo estratégico e residencial que, juntamente com Formoselha, cruza a força agrícola com a proximidade imediata à cidade de Coimbra.
Arazede: O gigante territorial. A maior e mais populosa freguesia, que transformou os vastos pinhais da Gândara num pujante parque industrial e madeireiro.
Carapinheira: A terra do “Ouro Branco”. As planícies intermináveis que ditam as regras da produção de Arroz Carolino em Portugal.
Meãs do Campo: O exemplo máximo de resiliência e cooperativismo agrícola, onde o trabalho da terra sustenta uma economia local de ferro.
Abrunheira, Verride e Vila Nova da Barca: O triângulo dourado do turismo ribeirinho, terra de antigos barqueiros, solares majestosos e uma tradição filarmónica fortíssima.
Ereira: A ilha poética de Afonso Duarte. Uma aldeia que vive de frente para o Mondego Velho, mantendo intactas as raízes da pesca e do turismo de natureza.
Liceia: A varanda agrícola do concelho, oferecendo miradouros únicos sobre a vastidão dos arrozais.
Seixo de Gatões: O recato rural absoluto na transição para a Gândara, onde o comércio de proximidade e as tradições comunitárias se mantêm imaculados.
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