Um roteiro completo pelas 11 freguesias do concelho. Dos fornos de doçaria conventual de Tentúgal, à força industrial de Arazede e às vastas planícies de arroz da Carapinheira. Conheça a identidade, a economia e os segredos de cada localidade de Montemor-o-Velho.
Guardiã secular das águas e das planícies, a vila de Montemor-o-Velho é muito mais do que um castelo no horizonte. Descubra como o outrora palco de reis e lendas sangrentas se transformou numa vila moderna, capital europeia do desporto náutico e autêntico motor do centro de Portugal.
Muito antes de ser coroada rainha depois de morta, o destino trágico de Inês de Castro foi traçado entre as muralhas de Montemor-o-Velho. Descubra as ruínas do Paço das Infantas e a lenda das misteriosas arcas escondidas no castelo que guardam tanto o ouro do reino como uma peste mortal.
Antes de existirem reis ou fronteiras, a geografia ditava as regras do poder. Descubra a origem latina do nome Montemor-o-Velho e perceba por que motivo a palavra "Velho" não é um sinal de decadência, mas sim o maior crachá de honra e antiguidade do Centro de Portugal.
Antes de encontrarem o seu destino na Serra do Buçaco, as tropas de Napoleão espalharam o terror no Baixo Mondego. Descubra os dias negros em que a fúria do Marechal Massena arrasou a vila de Tentúgal, não poupando sequer o sagrado Convento do Carmo.
Nas brumas de 1011, o Castelo de Montemor-o-Velho foi palco de uma das decisões mais sangrentas e viscerais da Reconquista. Conheça a lenda do Abade João, o líder cristão que pagou o preço mais alto imaginável para evitar a desonra da sua família.
Esqueça a pastelaria comum. Fazer um verdadeiro Pastel de Tentúgal exige uma precisão quase científica e uma técnica de esticar a massa até esta ficar fina como uma folha de papel. Descubra a fascinante "engenharia" criada pelas monjas carmelitas no século XVI.
O guardião das chaves do céu e padroeiro dos pescadores fecha com chave de ouro o mês das festas. Conheça as lendas marítimas de São Pedro, as cidades que param para o celebrar como feriado e como esta devoção moldou o comércio das comunidades costeiras em Portugal.
Descubra por que o São João é o feriado máximo da Figueira da Foz. Num contraste único com as celebrações urbanas, aqui a festa abandona o asfalto e mergulha no Oceano Atlântico, juntando a mística do "Banho Santo" ao arranque explosivo da época balnear.
A noite mais longa e mágica do ano mistura o fogo pagão com a devoção cristã. Saiba como o alho-porro, as fogueiras purificadoras e os famosos martelinhos transformaram a noite de São João na festa mais exuberante e rentável do país
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